quarta-feira, 30 de novembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Em educação, velhas e novas tecnologias podem conviver harmoniosamente e potencializar a aprendizagem se forem integradas às práticas pedagógicas com vistas à democratização da informação, da interação social, da socialização de experiências, da produção e disseminação de conhecimentos.
"Pode ser que muitos jovens hoje definam o radio como "uma televisão sem imagem". Porém na zona rural o rádio ainda é uma poderos ferramenta de educação, por não terem acesso contínuo a rádio e tv e outros meios de comunicação tecnológica as pessoas acabam usando o rádio cosntantemente consciente
te ou inconcientemente como meio de informação educacional.
Hoje, em plena era dos microcomputadores e mini-geringonças portáteis, que nos conectam com todo o mundo, pode até se pensar que o rádio perdeu seu papel, principalmente pelo fato de que a maioria das rádios comerciais se rendeu ao fenômeno da simples reprodução de músicas. Mas em um país com imensas inconstantes sociais, o bom e velho radinho de pilha ainda é o único companheiro de muitos brasileiros.
"Pode ser que muitos jovens hoje definam o radio como "uma televisão sem imagem". Porém na zona rural o rádio ainda é uma poderos ferramenta de educação, por não terem acesso contínuo a rádio e tv e outros meios de comunicação tecnológica as pessoas acabam usando o rádio cosntantemente consciente
te ou inconcientemente como meio de informação educacional.
Hoje, em plena era dos microcomputadores e mini-geringonças portáteis, que nos conectam com todo o mundo, pode até se pensar que o rádio perdeu seu papel, principalmente pelo fato de que a maioria das rádios comerciais se rendeu ao fenômeno da simples reprodução de músicas. Mas em um país com imensas inconstantes sociais, o bom e velho radinho de pilha ainda é o único companheiro de muitos brasileiros.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Análise do livro didático
O livro didático tem grande importancia nos meios de ensino pois auxilia professor e alunos no desenvolvimento das atitvidades na sala de aula e até mesmo fora dela. Segundo Lajolo (1996), o livro didático assume certa importância dentro da prática de ensino brasileira nestes últimos anos, isso é notável, principalmente, em países como o Brasil, onde "a precaríssima situação educacional faz com que ele acabe determinando conteúdos e condicionando estratégias de ensino, pois, de forma decisiva, o que se ensina e como se ensina o que se ensina".
Silva (1998), ao tecer comentários sobre o livro didático, considera que o mercado de venda de livros didáticos se favorece das condições precárias tanto das escolas como do professor, já que as escolas não possuem uma infra-estrutura adequada (ausência de bibliotecas e bibliotecárias, falta de salas ambientes para estudo e de autonomia financeira) e o professor, por sua vez, encontra-se em péssimas condições de trabalho, não tendo base financeira para uma formação continuada e investimentos culturais em sua profissão.O livro didático, segundo Silva (1998), passa a ser utilizado com mais freqüência no Brasil na segunda metade da década de 60, com a assinatura do acordo MEC-USAID em 1966, época em que são editados em grande quantidade para atender a demanda de um novo contexto escolar em surgimento.
Em 1985, criou-se o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), que vem ao longo dos anos se aperfeiçoando para atingir seu principal objetivo: educação de qualidade. Porém, somente no início dos anos 90 o MEC deu os primeiros passos para participar mais direta e sistematicamente das discussões sobre a qualidade do livro escolar. Foi uma iniciativa do Governo Federal que consistiu em uma ação mais ampla do MEC para avaliar o livro didático, apresentando um projeto pedagógico difundido por meio dos Parâmetros Curriculares Nacionais e dos Guias do livro didático.
Silva (1998), ao tecer comentários sobre o livro didático, considera que o mercado de venda de livros didáticos se favorece das condições precárias tanto das escolas como do professor, já que as escolas não possuem uma infra-estrutura adequada (ausência de bibliotecas e bibliotecárias, falta de salas ambientes para estudo e de autonomia financeira) e o professor, por sua vez, encontra-se em péssimas condições de trabalho, não tendo base financeira para uma formação continuada e investimentos culturais em sua profissão.O livro didático, segundo Silva (1998), passa a ser utilizado com mais freqüência no Brasil na segunda metade da década de 60, com a assinatura do acordo MEC-USAID em 1966, época em que são editados em grande quantidade para atender a demanda de um novo contexto escolar em surgimento.
Em 1985, criou-se o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), que vem ao longo dos anos se aperfeiçoando para atingir seu principal objetivo: educação de qualidade. Porém, somente no início dos anos 90 o MEC deu os primeiros passos para participar mais direta e sistematicamente das discussões sobre a qualidade do livro escolar. Foi uma iniciativa do Governo Federal que consistiu em uma ação mais ampla do MEC para avaliar o livro didático, apresentando um projeto pedagógico difundido por meio dos Parâmetros Curriculares Nacionais e dos Guias do livro didático.
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